segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Patati e Patata

Cumprindo o prometido, nós fomos assitir uma das apresentações do Patati e Patata no Circo dos Sonhos em Guarulhos. Adoramos!
Minha sobrinha/afilhada Eloah tremia de emoção quando os viu ..." Mamãe, Patata, Patati, Patata, tati"
A euforia da criançada era tanta que, não tinha como os adultos ficarem parados.  Foi muito divertido. Havia me esquecido de como é gostoso ir ao circo; Os palhaços, trapezistas, mágicos... Tudo tão maravilhoso.
O Igor dormiu durante quase todo espetáculo, mas quando os palhaços queridos subiram ao palco ele não resitiu, acordou.


Paz no mundo!

Elô com sua mamãe... Olha a cara.

Dança do Lôro




segunda-feira, 25 de julho de 2011

O Batizado do Igor... 17/07/2011


Hora do Batizado... Meus padrinhos e meus pais.

Aos padrinhos, a responsabilidade de serem os segundos pais para meu filhote.


Irmã e cunhado, espero que saibam o quanto estamos felizes por terem aceitado apadrinhar o IGOR.

Esta data, 17 de julho de 2011 ficará marcada para
sempre em meu coração. Foi um dia muito importante na vida de todos os envolvidos, principalmente na vida do meu pequeno.

                                                                                                                                                                 
Igor com os pais.






Tio padrinho Wilton.
Ao cunhado Wilton, meu agradecimento por ter aceitado o convite do irmão para também ser padrinho do pequeno.





















 Lembrancinha do batizado.

Primeiro sacramento: O Batismo

O sacramento do batismo, instituído por Jesus Cristo, nos concede a graça de termos a presença de Deus no nosso coração e nos liberta de todos os pecados.
É uma celebração muito bonita que comove todos os que dela participam, pois ali está sendo concedido o primeiro sacramento da vida daquela criança.
Para os pais o dia do batizado é um dos momentos mais esperados. Tudo começa a ser organizado logo após o nascimento do bebê.
Você vai ter que:
  • Escolher o padrinho e a madrinha
  • Decidir em qual Paróquia ou Capela onde será realizada a cerimônia
  • Optar por batismo individual ou coletivo
  • Verificar o local e a data a ser realizado o curso para os padrinhos
  • Comprar a roupinha do batizado (que deve ser Branca)
  • Confeccionar o convite
  • Adquirir as lembrancinhas
  • Organizar a comemoração do batismo: local, decoração, almoço ou chá
  • Providenciar as fotos e filmagem
Aqui vamos colocar algumas dicas sobre cada um dos tópicos acima:
A escolha dos padrinhos
É muito importante que o padrinho e a madrinha sejam cristãos, dispostos a guiar os passos do seu afilhado seguindo os ensinamentos de Deus, educando-o na fé cristã.


Local da celebração

  • É recomendável visitar mais de uma Igreja
  • Obtenha informações sobre o horário das cerimônias (em dias muito ensolarados o calor pode incomodar o bebê, verifique se o local tem uma boa ventilação)
  • Verifique a possibilidade de fazer o batismo individual ou coletivo
  •   Pergunte sobre o número de crianças presentes no batizado coletivo (ambientes muito cheios podem deixar a criança irritada)
Curso para Padrinhos
A Igreja Católica recomenda que os padrinhos façam um curso onde eles são orientados sobre o importância do batismo e o significado dos padrinhos na vida da criança. Algumas paróquias exigem a realização desse curso, enquanto outras não tem essa obrigatoriedade.


A roupinha do batizado
A roupa usada pela criança no dia do batizado deve ser na cor branca, pois o branco simboliza a pureza, é sinal de uma nova vida. Simboliza ainda a presença do Espírito Santo que nos purifica, perdoa e santifica. O mandrião é o modelo mais tradicional, trata-se de um longo vestido branco que pode ser usado tanto por meninos como por meninas. Não sendo possível usar cor branca procure uma roupa de cor bem clarinha.


O convite
O convite do batizado pode ser feito por você mesma usando o CorelDraw. Procure utilizar cores clarinhas azul, amarela ou rosa. Você pode usar no fundo imagens da Pia Batismal, ou de um anjinho ou a foto do seu bebê.

Uma boa dica é fazer o convite no formato de um “marcador de páginas de livro”, pois todos poderão guardá-lo dentro de uma Bíblia na páginas que gostam de ler.
Uma sugestão de frase para o convite: Mamãe e papai convidam para o meu batizado no dia __/__/__, às __h, na Paróquia _____. Após a cerimônia espero você para um almoço na minha casa. Nome da Criança.

As lembrancinhas

  • Caixinha de mdf com a foto do seu filho na parte de cima, dentro coloque um mini-terço. Todos vão adorar!
  • Vidrinhos com água benta. Faça um rótulo bem delicado com palavras de agradecimento e cole na garrafinha.
  • Ímas de geladeira no formato de um anjinho
  • Porta-recado no formato de um anjinho ajoelhado com as mãos juntinhas.
  • Ou mini terços
Veja alguns modelos clicando aqui.
Decoração e Almoço/Chá da tarde
Você pode escolher um tema para decorar o ambiente, como margaridas por exemplo, fica delicado e tem tudo a ver com o momento. Os balões são sempre bem-vindos, você pode usar a série cristal da marca São Roque. Fica elegante e discreto.

Ofereça um almoço logo após a cerimônia. Sirva dois tipos de carne ou torta salgada, arroz, verdura, suco de fruta, refrigerante e pelo menos dois tipos de sobremesa.
No fim da tarde é mais recomendado servir um chá para seus convidados com: biscoitos, torradas, pães, geléias, patês, frios variados, torta doce e salgada, bolos, chá, café, sucos, refrigerante e água mineral.

Fotos e Filmagem
Eternize esse momento fazendo filmagem e muitas fotografias no momento da cerimônia e da recepção para os convidados.


 Fonte: www.conhecendoseubebe.com.br

sexta-feira, 22 de julho de 2011

O Escultor da Vida



            Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus por ter um teto que abrigue minha família e meus pertences.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei, posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente, esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende de mim!

Charles Chaplin 


Lindas palavras de motivação. 

Mesmo sendo ateu,  Charles Chaplin consegue com suas palavras, fazer com que eu acredite ainda mais em DEUS.

Deus nos concedeu a vida e o direito de cuidar dela, para isso nos dá todo dia uma nova oportunidade. Quem corre atrás dos sonhos e luta por um ideal sempre sai vencedor.
O sol pode até não aparecer amanhã, mas as nuvens não o encobrirão pra sempre.
Beijo a todos

terça-feira, 12 de julho de 2011

Circo dos Sonhos apresenta Patati e Patatá em Guarulhos

No CIRCO DOS SONHOS o público é levado a dividir com uma linda e sonhadora menina suas aventuras dentro do circo, interagindo com os artistas. Toda a magia do circo se encontra dentro dos sonhos dessa menina. Trapezistas, malabaristas, contorcionistas, mágico, equilibristas e muitos outros números fazem parte desse sonho. É claro que não poderia faltar a alegria do circo: os palhaços. Crispita, Pistolinha e Petecada, fazem a alegria de crianças e adultos de todas as idades com muitas participações interativas, tudo com muita música ao vivo. E para animar ainda mais a criançada, a dupla de palhaços mais amada do Brasil, Patati e Patatá apresentarão os seus maiores sucessos. Para mais informações ligue (11) 2076 0087 ou (11) 2076 0001 Serviço
Data: de 08 à 31 de julho de 2011 Horário:
Sexta-feira às 20h30 / Sábados, domingos e feriados às 15h, 17h e às 19h.
Local: Av. Salgado Filho com Av. Suplicy em Guarulhos
 Valor: R$ 40,00 (adulto) e R$ 20,00 (criança)



Aí vamos nós... 

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Preparando para o BATISMO.

Estamos nos preparando para o grande dia... O Batizado do príncipe. Está chegando e estou super ansiosa. No último 02 de julho, participamos do cursinho de Preparação para Pais e Padrinhos. Foi muito bom, uma tarde maravilhosa. Os padrinhos do Igor serão Cláudia e Matheus (minha irmã e meu cunhado).

sábado, 2 de julho de 2011

Usando Sling

Achei importante postar informções sobre o uso do sling, porque toda vez que uso alguém pergunta: "Você não está machucando ele?" Aí, vem a imensa vontade de ser mal educada e dizer, estou sim. eu adoro machucar meu filho. Tenha a santa paciência, né?
O Igor gosta tanto de ficar grudadinho em mim, que muitas vezes até dorme... E eu adoro tê-lo por perto!!!

Opiniões médicas sobre o uso dos slings


Neonatologista
Slings são a nova tendência entre as ‘mães canguru’
Espécie de carregador de bebê feito de pano dá mobilidade a mães com crianças de colo.
Acessório custa, em média, R$ 70 e pode ser usado com crianças de até 3 anos.


As mamães que têm crianças de colo estão redescobrindo uma forma primitiva de carregar os seus pimpolhos. São os slings, uma espécie de carregadores de bebês artesanais muito utilizados por mães africanas e que estão se tornando cada vez mais comuns pelas ruas de São Paulo.
Mas o acessório não está caindo no gosto da mulherada porque é o mais novo ícone fashion. O sling é útil por garantir à mãe a liberdade de ter o filho por perto, ou melhor, colado ao corpo, sem perder a mobilidade.
A professora Lígia de Sica, de 27 anos, começou a usar o sling no dia seguinte ao nascimento da sua filha Helena, de 3 meses. “Em vez de ficar parada enquanto ela está mamando, por exemplo, eu consigo fazer outras coisas, como comer ou usar o computador”, descreve Lígia, que comprou outro sling de tamanho maior para ser usado pelo marido.
Foi graças ao acessório que a advogada Ana Lucia Keunecke, de 34 anos, conseguiu voltar ao trabalho dias depois que a filha Sofia, de 2 anos, nasceu. “Eu não tinha escolha, precisava voltar a trabalhar. Com 15 dias de nascida, eu já fui a uma audiência com ela no sling. Foi muito tranqüilo porque ela ficava quietinha, aconchegada. Só parei de levar para as audiências quando ela começou a falar e a interagir”, relembra.
O medo de machucar o bebê é a maior preocupação das mães que estão começando a usar o acessório. No entanto, as mais experientes costumam orientar as de primeira viagem a observar o bebê e seguir o próprio instinto. “Se ele está quietinho e feliz, é porque está bem”, resume Lígia.
O neonatologista Carlos Eduardo Correa é um dos defensores do sling e costuma apresentar o acessório a todas as pacientes. O médico conta que sempre teve interesse nas formas que os diferentes povos têm para carregar as crianças, sobretudo os bebês. A principal vantagem do acessório, acredita o médico, é trazer a mulher de volta à ativa.
“A falta de mobilidade enquanto amamenta é uma das principais causas do desmame, e o sling devolve essa liberdade. Muitas [pacientes] já aprendem a dar de mamar usando o sling”, diz.
Correa ainda ressalta a aproximação entre mãe e filho que o acessório proporciona, principalmente nos primeiros dias de vida. “O bebê fica em contato direto com a mãe e não esquecido no carrinho. Não existe mimar criança com menos de 6 meses, não tem isso de ela ficar mal acostumada”, defende.
O neonatologista concorda que o uso do sling ainda é restrito a mães com poder aquisitivo mais alto. A advogada Ana Lúcia defende o uso do acessório como uma questão de saúde pública. “Uma mulher que tem um filho recém-nascido e precisa voltar ao trabalho logo não consegue conciliar as duas coisas. Se o sling fosse para todas, ele favoreceria o vínculo e a amamentação, e a mulher ainda conseguiria trabalhar”, defende.

Pediatra
Cólicas
O “sling” também costuma ser associado à diminuição das cólicas. Relze Fernandes, que passou dez meses “slingando” os filhos, atribui as poucas crises ao fato de eles terem passado muito tempo com as pernas encolhidas na rede. Para a pediatra, a explicação é outra: as dores diminuem graças ao fortalecimento do vínculo entre a mãe e o bebê, “que melhora o ambiente psíquico e, conseqüentemente, as cólicas”.
Outro medo recorrente entre os que olham com desconfiança para os carregadores, o de criar crianças extremamente dependentes dos pais, é rechaçado pelas adeptas. “Eu me preocupava muito de voltar a trabalhar e o Pedro não se adaptar, pois só dormia no ‘sling’, mas depois parecia que ele tinha nascido na escola. Ele é muito independente”, afirma Relze Fernandes.

Conversando com a mamãe.

Vale lembrar que os carregadores são seguros, desde que os pais tomem alguns cuidados, como verificar o estado da costura e do tecido, não deixar que o pano cubra o rosto do bebê, não colocar objetos dentro do “sling” e, por fim, usar o bom senso ao transportar a criança, segurando-a ao se inclinar para a frente e evitando manipular bebidas quentes e chegar perto de chamas ou objetos cortantes e pontiagudos. O uso é contra-indicado ao andar de bicicleta ou dentro do carro.

Fisioterapeuta
Natália Martins, fisioterapeuta no Hospital Distrital do Pombal, Portugal, começou a investigar os benefícios do Sling devido à sua aplicação no tratamento da displasia de desenvolvimento do quadril, um defeito na articulação do quadril em que a cabeça do fêmur não se encontra corretamente colocada na respectiva cavidade.A postura que o sling proporciona ao bebê é ótima e indicada para o tratamento deste problema. De uma forma agradável e aconchegante contribui para a sua correção. A fisioterapeuta também frisa que os benefícios estendem-se também aos bebês que não têm este problema. Para a fisioterapeuta, o sling é o melhor meio de transporte para o bebê, sendo também benéfico para a mãe. Ela lembra que no período pós-parto, normalmente, a mãe tem dores nas costas devido à fraqueza dos músculos abdominais e à sobrecarga física causada pelos cuidados ao bebê e afirma que andar com o bebê no bebê – conforto só agrava a situação devido ao peso do conjunto e ao fato de provocar um desvio grande na coluna. Com o sling, a posição da mãe está correta porque o peso está equilibrado. Para o bebê também é melhor do que estar sempre sentado bebê-conforto.

Fontes
Fisioterapeuta: http://mae.iol.pt/
Neonatologista: http://www.g1.globo.com/

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Relato de um pai...

Para nós, infelizmente, foi apenas mais um acidente aéreo, mas para ele, Bruno Gouveia ( Biquini Cavadão) foi o acidente que tirou a vida de seu filho, seu anjo Gabriel.

Quando li esse relato não pude fazer outra coisa a não ser chorar... Chorar muito e pedir a Deus que conforte o coração desse pai e das famílias que perderam seus entes queridos.

 


 

O pior dia de minha vida

Caros amigos, parentes e fãs
Queria começar este post agradecendo a todos pela solidariedade, pelas mensagens de carinho, força, amor, fé, esperança por dias melhores. Em especial, meus familiares e toda equipe de minha banda, o Biquini Cavadão. Meu irmão Fábio e meu amigo Antônio Bindi conseguiram me isolar enquanto eu estava nos Estados Unidos para compor músicas pro novo disco. Sem celular e acesso a internet, não soube do ocorrido. Tinha acabado de chegar de Los Angeles em Nova Iorque. Eu e Coelho pegamos vôos diferentes e nos encontramos no aeroporto. Era para ficarmos três dias na cidade compondo com uma artista neozelandeza. Entretanto, ao encontrar meu guitarrista ele me avisou que tínhamos de voltar para “fazer um show muito importante”. Era cedo em Nova Iorque e passamos o nosso único dia na cidade perambulando pelas ruas até a hora de voltar para o aeroporto. Foi fundamental o seu cuidado comigo, me isolando de possíveis brasileiros que pudessem me dar a trágica notícia. Até no aeroporto, ele conseguiu que eu ficasse em uma sala VIP sem que eu desconfiasse de nada. Ao mesmo tempo, minha namorada Izabella me ocupava o tempo todo, distraindo-me com intermináveis ligações. Ela, cantora da banda Menina do Céu, enviou uma substituta para seus shows e ficou falando sem parar comigo, me distraindo carinhosamente. Por vezes, eu dizia que estava cansado de falar e queria aproveitar a cidade. Ela então enviava mensagens de texto para Coelho: “Ele cansou, agora, segure as pontas!”. E assim, longas horas se passaram até que o avião finalmente decolasse com destino ao Rio.
Ao chegar, fui recepcionado por uma delegação que cuidou de acelerar os tramites com imigração e alfândega (agradeço ao Governador Sergio Cabral por todo este cuidado). Nem assim, desconfiei. Pensava apenas “Nossa, este show deve ser importante mesmo!”. Para evitar sair pela porta principal, onde jornalistas nos aguardavam, me fizeram passar por trás, saindo pelo desembarque doméstico, onde fui recebido pelo meu produtor. Ele me recebeu correndo e me disse para entrar numa sala. Achei que, pela pressa toda em me retirar do local, eu devesse entrar num taxi ou ônibus para o local do show. Ouvi apenas, você tem que dar uma entrevista para a TV Globo. E foi então que notei, ao entrar na sala, que não havia show algum para ser feito, muito menos entrevista.
O primeiro que vi foi Miguel, tecladista do Biquini, mas logo estranhei a presença de Izabella. Numa rápida passada de olhos, notei que meus familiares estavam ali. Todos, menos meu pai.
- Eu já sei porque estou aqui. – tentei adivinhar
- Você sabe? – perguntou minha mãe, chorando
- Bruno, sente-se por favor – pedia meu irmão
- Meu pai….. – balbuciei
- Ele está bem, Bruno, seu pai está bem. – alguém que não me lembro, me avisou
Meu irmão insistiu para que eu sentasse enquanto começava a me dizer que uma imensa tragédia havia se abatido sobre nós.
- Gabriel ? – temi acertar
Então, meu irmão respirou fundo e me contou que Gabriel e a minha ex-mulher Fernanda haviam morrido num desastre de helicóptero em Trancoso. A irmã de Fernanda, Jordana, e seu filho Lucas, também pereceram. Me contou tudo que houve, que Fernanda ainda chegou com vida à praia mas faleceu no hospital.
- Eu não estou ouvindo isso – repetia
E os detalhes eram falados como um esparadrapo arrancado da pele: rapidamente e com muita dor.
- Meu anjinho…. – eu só conseguia dizer isso
E neste momento, Miguel, Birita, minha mãe, Izabella, todos me abraçaram e choraram muito. Eu continuava com os olhos arregalados em total choque. Magal, baixista, não parava de soluçar. Minha tia avó estava inconsolável. Cada um ali sofria minha dor que estava apenas começando.
Com a fala ofegante, eu recusei os remédios, queria ter consciência dos meus atos, e apenas pedi: por favor, me levem a eles. Uma van nos esperava e fomos direto ao Cemitério São João Baptista. Fernanda e Gabriel seriam sepultados juntos no jazigo da minha família.
Permaneci em total estado de choque. Pessoas me cumprimentavam. Colegas de estrada, amigos de longa data, diversos parentes. Minha prima Regina Casé me consolava, mas não era capaz de assimilar o que ela dizia. Sheik, da primeira formação da banda, com quem não falava há muitos anos, se reencontrou comigo. Jornalistas, músicos, primos que vieram de outras cidades, além da sofrida família de minha ex-mulher velavam os dois caixões. Não podia abri-los. No topo, apenas as fotos dos dois. O dia estava bonito e tudo parecia uma cidade cenográfica. Eu certamente acordaria deste sonho, acreditava. Em vão. A coroa de flores do Biquini dizia “Hang on, Be Strong”. Que ironia! Eram os versos de uma música em inglês que fizemos com a cantora Beth Hart em Los Angeles que diziam
Hang on, be strong/ sometimes life can slip away/

Segure firme, seja forte / Às vezes, a vida pode te escapar

Sem saber, havia composto nesta viagem a letra da música para me amparar!
Gabriel viveu 2 anos e dez meses. Tive a felicidade e honra de ser mais que um pai. Eu me apelidava de “pãe”. Logo que ele nasceu, pedi à mãe que, uma vez que a amamentação era um privilégio dela, que o banho dele fosse o meu. E todos os dias eu o banhava, trocava suas fraldas, ninava e o colocava para dormir. Viajava muito mas, em seguida, pegava o primeiro voo para vê-lo acordar e poder passear na pracinha. Eu era o único homem em meio a tantas mães e babás. Tive noites mal dormidas, traduzi-lhe com beijos o que diziam as palavras. Igualmente era o único pai nas aulas de natação para bebês. Participei de cada momento de sua vida com um mergulho intenso e de cabeça.
Fernanda foi minha mulher e companheira por dez anos, convivendo numa querida família. Em 2007, decidimos ter nosso filho e ele nasceu no dia dos pais – o maior presente que poderia receber. Por sorte ou coincidência, não tive show no dia e pude vê-lo nascer. Infelizmente, nosso relacionamento passou por crises que culminaram com nosso afastamento como casal. Divórcios sempre são estressantes mas acreditava que o tempo curaria as feridas e seríamos bons amigos.
Nós dois éramos muito ligados ao Gabriel e eu era um pai coruja que beirava o chato. Meu único assunto era ele. Os fãs se deliciavam, enquanto eu mostrava fotos mais recentes. Também fiz vários videoclipes e, junto com minha ex-mulher, postamos tudo no blog http://mimevoce.blogspot.com contando desde a gestação, passando pelo nascimento e por todos os detalhes do seu dia a dia.
Perdi duas pessoas que marcaram minha vida. E quando o padre perguntou no velório se alguém queria dizer algo, eu levantei o braço. Tirei todas as forças de dentro de mim e cantei:
Tudo que viceja, também pode agonizar… e perder seu brilho em poucas semanas….
E não podemos evitar que a vida / trabalhe com o seu relógio invisível/ tirando o tempo de tudo que é perecivel

Entre soluços e lágrimas, muitos presentes me acompanharam ao som de Impossível, sucesso do Biquini Cavadão.
O detalhe é que cantei “é impossível esquecer vocês
Ao enterra-los, veio então a difícil tarefa de voltar pra casa e ver seus brinquedos, roupas, abrir a mala e ver tudo que comprei para ele. A palavra para definir o sentimento desde então é DOR. Não uma dor latente, insistente ou aguda. É uma dor que te assalta, te maltrata e te exaspera.
Continuava chorando pouco. Só dizia para todos: “O que está acontecendo comigo? Dediquei minha vida a alegrar as pessoas, por que motivo agora tiram de mim a maior alegria de minha vida”? Incapaz de desabafar, decidi provocar o meu choro. Vi vários vídeos de meu filho, um após o outro, até que veio o grito, a dor, como uma erupção vulcânica. Urros ensurdecedores. Os vizinhos batiam à porta perguntando o que fazer para me consolar. Minha mãe em prantos, Izabella me confortando sem parar. Foi horrível, mas me senti aliviado ao conseguir. Outros descarregos deste tipo vieram ao longo da semana.
Tenho dois shows neste sábado e domingo. Depois de muito pensar, decidi fazê-los. Chamei meu amigo Marcelo Hayena, do Uns e Outros. Ele estará por perto, caso me falte a voz. Ainda assim, estou confiante em cantá-lo até o fim. O motivo é simples. Meu filho nunca viu um show meu, por ser muito pequeno. Agora, ele tem cadeira cativa. E quero fazer para o meu Gabriel, o show mais lindo do mundo. E assim serão todos que eu puder fazer pro resto de minha vida!
Obrigado a todos pela força. Não consegui ler nem metade dos recados, mas deixo aqui o meu muito obrigado emocionado e meu consolo a todos que pereceram no desastre, em especial minha querida Jordana e meu sobrinho Luquinha.
Foi o pior dia de minha vida, mas cada reza, energia, força, recado, me amparou muito. Ainda sofro mas, de agora em diante, terei de viver um dia de cada vez.

Beijem seus filhos com carinho e fiquem com Deus.
Bruno Gouveia


Fonte:     http://biquinicavadao.uol.com.br/blog/?p=1609

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Quando trocar de tipo de cadeirinha de carro?


Escrito para o BabyCenter Brasil


Para facilitar, a lei brasileira sobre cadeirinhas especifica uma idade para cada tipo de cadeirinha:

• 0 a 1 ano: bebê-conforto ou poltrona virada para trás
• 1 a 4 anos: poltrona virada para a frente do carro
• 4 a 7 anos e meio: booster preso no cinto de três pontos do carro

Mas, em termos de segurança, o que vale mesmo é a altura e o peso da criança de acordo com o que cada fabricante especifica no manual de uso. Siga as seguintes regras:

- Quanto mais tempo a criança demorar para "avançar" de equipamento, melhor.

- Guarde o manual da cadeirinha com cuidado ou anote o peso e a altura máximas que ele permite.

Na hora de escolher a cadeirinha, consulte os manuais (muitas vezes disponíveis nos sites dos fabricantes) para ver qual equipamento tem maior durabilidade. Quanto maiores os limites, melhor, porque a cadeirinha vai durar mais tempo.


Quando trocar do bebê-conforto para a poltrona?

A lei diz que você precisa trocar de cadeirinha quando ele fizer 1 ano, mas na verdade você só precisa trocar o bebê-conforto quando:

• Seu filho passar do limite de altura previsto no manual do bebê-conforto
ou
• Seu filho passar do limite de peso previsto no manual do bebê-conforto

Pode ser que seu filho ultrapasse o limite antes de completar 1 ano. Caso isso ocorra, você vai ter de trocar o bebê-conforto por uma poltrona reversível que possa ser instalada de costas para o movimento do carro e depois invertida.


Quando virar a poltrona do carro para a frente?

Bebês de menos de 1 ano não podem viajar em poltronas ou bebês-conforto virados para a frente, seja pela lei brasileira, seja pelas normas de segurança.

Bebês-confortos são feitos somente para andar virados para trás. Quanto às poltronas reversíveis, não tenha pressa de virá-la para a frente. Seu filho já está acostumado a andar virado para trás, e o pescoço dele fica bem mais protegido dessa maneira, em caso de acidente ou freada.

Você deve virar a poltrona para a frente quando:

• Seu filho passar do limite de altura previsto no manual da poltrona para posicionamento de costas
ou
• Seu filho passar do limite de peso previsto no manual da poltrona para posicionamento de costas


Quando trocar a cadeirinha pelo booster?

A lei brasileira fala em booster, ou assento de elevação, a partir dos 4 anos de idade. Mas não é preciso ter pressa para fazer a transição. Deixe para transferir seu filho da cadeirinha para o booster só quando ele não couber mais na cadeirinha.

Você deve aposentar a cadeirinha quando:

• Seu filho passar do limite de altura previsto no manual da cadeirinha
ou
• Seu filho passar do limite de peso previsto no manual da cadeirinha
ou
• A saída mais alta do cinto interno da cadeirinha estiver abaixo do ombro do seu filho

Lembre-se de que o booster só é seguro se usado com o cinto de três pontos no carro. Caso você considere seu filho muito pequeno ou muito imaturo para ficar sentadinho no booster, procure uma poltrona que tenha limites bem amplos de uso e que depois se transforme em assento de elevação.


Quando abandonar o booster de vez?

A lei brasileira exige o uso de booster até 7 anos e meio, mas especialistas nacionais e internacionais recomendam que a criança use o assento de elevação até atingir 1,45 m de altura, independentemente do peso.

A partir de 1,45 m, a criança pode usar o cinto de três pontos do banco traseiro do carro. O Contran determina que crianças de até 10 anos só viajem no banco de trás dos carros. "O banco traseiro é sempre mais seguro, até para o adulto", afirma Jaqueline Soares Magalhães, da ONG Criança Segura.

Por isso, você não precisa "promover" a criança para o banco da frente assim que ela completar 10 anos. Nos EUA, por exemplo, a idade mínima para viajar no banco da frente é 12 anos, e especialistas chegam a recomendar que só andem no banco da frente adolescentes a partir de 16 anos.